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ERGONOMIA NO TRABALHO

  • Foto do escritor: Agatha Lemos
    Agatha Lemos
  • 30 de jul.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 31 de jul.

Mulher sentado na cadeira, ajustando a posição corporal

Mais do que uma regra opcional, no Brasil, trata-se de uma obrigatoriedade.


A ergonomia tem a ver com a relação entre o ser humano e as adaptações necessárias no ambiente de trabalho a fim de que lesões sejam prevenidas.


Desde os equipamentos até as tarefas, bem como as características físicas e cognitivas do trabalhador são levadas em consideração com o objetivo de reduzir desgastes e doenças ocupacionais enquanto, melhora a segurança, o conforto e, consequentemente, a eficiência.


Ergonomia: áreas principais


• Física: avalia posturas, movimentos repetitivos, levantamento de cargas e o uso correto de cadeiras e mesas, por exemplo.

• Cognitiva: avalia processos mentais: memória, raciocínio e tomada de decisão, para otimizar a interação entre o trabalhador e os sistemas, reduzindo a sobrecarga mental.

• Organizacional: verifica a gestão de processos: divisão de turnos, ritmo de trabalho e comunicação interna, visando um ambiente saudável e produtivo.


Evite dor e aposte na postura correta

• Monitor: a parte superior da tela deve ficar na linha dos olhos e a uma distância de um braço esticado.

• Braços: devem formar um ângulo de pouco mais de 90°, com os cotovelos apoiados e antebraços rentes à mesa.

• Coluna: a cadeira precisa estar ajustada para dar suporte à lombar.

• Pernas e Pés: os pés devem ficar totalmente apoiados no chão. Se não alcançarem, use um suporte para pés.


Obrigatoriedade:

NR-17 é a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho que estabelece as diretrizes obrigatórias para ergonomia. Ela se aplica a todos os regimes de contratação, incluindo o trabalho presencial, híbrido ou home office.


Ágatha Lemos

Jornalista e Mestre em Ciência


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